Rogerio Melfi
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29/06/2017 · Notícias

Três fintechs brasileiras são destaque em Fórum Internacional de TI na Rússia

Três fintechs brasileiras são destaque em Fórum Internacional de TI na Rússia

As fintechs LabsBank (www.labsbank.com) que oferece gerenciador de APIs para bancos, LipperHub (www.lipperhub.com.br) com solução de machine learning e Griaule (www.griaulebiometrics.com/new) soluções de biometria, representaram o Brasil no IX Fórum Internacional de TI realizado entre os dias 6 e 7 de junho na cidade de Khanty-Mansiysk, na Rússia. O evento contou com o apoio e participação da Comissão da Federação Russa para a UNESCO, do Ministério da Economia, da Câmara de Comércio e Indústria da Federação Russa e de representantes do corpo diplomático dos países que compõem os BRICS.

Os empreendedores brasileiros apresentaram suas soluções em um painel dedicado a discutir as novas tendências no setor bancário e na área de inovação dos países com economia em rápido desenvolvimento.

De acordo com Rogerio Melfi, da LabsBank, a iniciativa proporcionou uma oportunidade de disseminar a cultura do open banking e também a troca de experiências com ecossistemas e culturas diferentes. “A sensação é que o ambiente fintech na Rússia vive um estágio parecido com o brasileiro, porém a proximidade com a Europa pode ser um fator que viabilizará um desenvolvimento mais rápido do que o nosso”, diz.

Melfi explica que a participação da LabsBank no fórum foi motivada por um convite feito pelo banco Otkritie Holding, instituição que estuda adotar iniciativas de open banking. Segundo ele, apesar disso, no momento a empresa brasileira não está envolvida em nenhum processo comercial com instituições russas.

No Brasil, a fintech nascida há dois anos e meio possui provas de conceito realizadas com vários bancos que estudam o fechamento de contratos. O foco da LabsBank são bancos regionais e estaduais, assim como bancos de investimentos e instituições de nicho. “O open banking ainda é uma operação relativamente nova no Brasil. Acreditamos que em breve as instituições passarão a ter mais confiança em relação à segurança e maior clareza sobre suas vantagens”, avalia.