DREX ou stablecoins: qual o futuro?

Enquanto o Brasil avança com o DREX — uma infraestrutura pública, regulada e interoperável — os Estados Unidos seguem outra lógica: deixam o mercado liderar, com stablecoins privadas como USDT, USDC e agora moedas de gigantes como PayPal e Fidelity.

O DREX nasce como um sistema de tokenização de depósitos bancários, sofisticado e seguro, mas que exige coordenação, tempo e alinhamento.
Nos EUA, a escolha foi pragmática: o dólar tokenizado já circula, mas sem ter sido emitido pelo Federal Reserve.

E o cenário vai além. Bitcoin, Ether e outras criptos nativas oferecem uma alternativa totalmente descentralizada, sem vínculo estatal, governadas por código e comunidade. El Salvador experimentou isso — com todos os riscos e aprendizados envolvidos.

Ao mesmo tempo, vemos a crescente tokenização de ativos reais: imóveis, ouro, precatórios e fundos sendo representados digitalmente, inclusive em testes no Brasil.

Estamos diante de uma nova arquitetura monetária global.
🔹 O DREX representa a via pública e coordenada.
🔹 As stablecoins, a via veloz e privada do mercado.
🔹 As criptos nativas, a alternativa algorítmica.
🔹 A tokenização de ativos, o elo entre o mundo físico e o digital.

O Brasil tem a chance de ocupar uma posição estratégica nessa nova economia tokenizada. Mas isso depende da capacidade de construir pontes entre esses modelos, e não muros entre ecossistemas.

Qual desses caminhos você acredita que vai se consolidar primeiro?

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