Rogerio Melfi
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13/10/2026 · Notícias

Entrevista à NovaBrasil: crime organizado, bancos e fintechs

13 de outubro de 2026. Participei do Jornal da NovaBrasil para conversar sobre o que muda para bancos, fintechs e instituições de pagamento diante da classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos.

Na entrevista, expliquei que a prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo já faz parte da operação cotidiana do sistema financeiro brasileiro. O novo cenário, porém, amplia a atenção necessária, sobretudo nas instituições com relacionamentos e transações internacionais.

O que muda na prática?

O ponto de partida continua sendo conhecer o cliente e monitorar as operações, desde a origem até o destino dos recursos. A análise não se encerra na abertura de conta: pagamentos, recebimentos e saques podem revelar comportamentos atípicos e possíveis usos indevidos dos serviços financeiros.

Também discutimos a maior complexidade das operações transfronteiriças. Além das regras brasileiras, transações com conexão internacional exigem atenção às exigências e eventuais restrições de outras jurisdições. Medidas sancionatórias dependem de critérios e processos específicos, e não são consequências automáticas de qualquer movimentação suspeita.

Monitoramento transacional e responsabilidade

Na conversa, destaquei o risco de contas cedidas ou alugadas a terceiros para a prática de fraudes e outros crimes. A identificação de padrões fora do perfil do cliente é parte essencial da prevenção, junto com governança, controles internos e comunicação às autoridades competentes nos casos previstos pela regulamentação.

Miniatura original do vídeo da entrevista à NovaBrasil, em 13 de outubro de 2026
Entrevista ao Jornal da NovaBrasil — vídeo original no YouTube.

Confira a entrevista completa:

Assistir à entrevista no YouTube.